Featured Slider

Mostrando postagens com marcador Fassade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fassade. Mostrar todas as postagens

23 setembro 2016

Os Escritores, os livros e o RPG, o principio das histórias.



Oi gente, eu fiz alguns parceiros no mundo dos livros e vi que alguns tinham em comum o RPG, comecei a me interessar e resolvi dar uma pesquisada no assunto, então surgiu a idéia de fazer esse post, para que vocês conheçam esse jogo, que eu adorei, e que tem tudo a ver com a criação de histórias fantásticas, como as dos meus parceiros.
Pedi a cada um deles que nos contasse como foi o inicio da criação de seus respectivos livros e vou colocar o link com as resenhas e as sinopses também para vocês sentirem o gostinho de cada um dos livros. Mas primeiramente vamos saber direitinho o que é o RPG.


O que é?

RPG é uma sigla em inglês que pode ser traduzida como “Jogo de Interpretação de Papéis” ou “Jogo de Interpretação de Personagens”. Nele um grupo de amigos se reúne para construir uma história, como se fosse um teatro de improviso. Existe um diretor, chamado de “narrador” ou “mestre”, que vai explicando o desenrolar da trama; e existem os jogadores, que modificam a história à medida que interpretam seus personagens.

Durante o jogo os personagens vivem aventuras que lembram os grandes épicos de nossa literatura e cinema: enfrentam monstros, salvam princesas, desafiam impérios galácticos... Ou não, pois também é possível interpretar vilões e anti-heróis. Existem RPGs de todos os tipos: de fantasia medieval ao terror, de viagens espaciais a cenários históricos. E isso sem precisar desgrudar da cadeira e largar o refrigerante, pois tudo se passa na imaginação.

Existem formas diferentes de jogar RPG e também outros jogos que derivaram dele, mas neste artigo trataremos unicamente do RPG “de mesa”, o mais tradicional, onde os jogadores apenas dizem o que seus personagens farão, interpretando-os por meio de diálogos.

Como funciona?

O mestre prepara uma história com algum desafio a ser superado e os jogadores criam os personagens que se envolverão nesta trama. Essas histórias são geralmente chamadas de “aventuras” e um conjunto de aventuras jogado com os mesmos personagens forma uma “campanha”.

Todo jogo tem regras e no RPG geralmente elas vêm escritas em livros que contém instruções e ideias para a criação de emocionantes campanhas, personagens e antagonistas. Muitos desses livros também descrevem os cenários onde as aventuras podem acontecer e o tipo de personagem que os jogadores podem ou não criar. Faz sentido jogar com um cowboy no Velho Oeste, mas não numa história do rei Arthur.

Cada jogador tem um formulário – a “ficha de personagem” – onde tudo que seu personagem sabe fazer está anotado. Geralmente essas habilidades estão associadas a um número (“Natação: 10, “Briga: 8”, etc.) e se jogam dados contra esses valores para saber se o personagem foi ou não bem sucedido em sua ação. Vem daí o apelido de RPG “de mesa”, já que é comum jogar ao redor desse apoio para os livros, os dados, etc.

O jogo inteiro baseia-se nas escolhas feitas pelos personagens que, interpretados pelos jogadores, modificam a trama, afetando o mundo da narração. Então o mestre descreve as consequências das ações dos personagens, e isso gera novas situações para que eles escolham novas ações. Assim, a história vai se construindo coletivamente.

Dá um exemplo?

A fantasia medieval é considerada um tema clássico nos jogos de RPG. Numa aventura típica, quatro heróis tentam resgatar a filha do justo rei Albert, sequestrada por um feiticeiro maligno:

NARRADOR – Vocês seguem pelos corredores escuros e úmidos do subterrâneo da fortaleza. A luz das tochas de vocês mostra uma bifurcação à frente. Quando vocês se aproximam, percebem um brilho do lado direito, como se alguém estivesse segurando uma tocha também, além da esquina. O que vocês vão fazer?

PEDRO – Eu paro e falo baixinho pro grupo: “E aí, pessoal?”.

HUGO – Eu digo: “Apaga essa tocha, senão podem nos ver também!”.

PEDRO – Boa ideia! Eu apago a tocha e faço meu cavaleiro pegar o escudo.

JORGE – Eu também vou me preparar! Pode ser que tenha algum monstro ali na frente. Saco meu machado!

NARRADOR – Ok. Vocês apagam as luzes e sacam suas armas, preparando-se para o pior. E você, Bianca?

BIANCA – Vou esperar eles pararem com essa barulheira e fazer minha personagem tentar ouvir alguma coisa, pra saber se tem ou não perigo.

NARRADOR – Ok, Bianca! Vamos rolar os dados! Se você passar no teste eu lhe conto o que sua personagem ouviu...


Fonte: Site Brasil Escola. Se quiser saber mais clique AQUI


Agora vamos aos depoimentos dos meus três parceiros que de um jogo, viram nascer seus livros, algo que deve ser uma experiencia fantástica irem criando e testando suas histórias e personagens, com jogadores, como que vivenciando as cenas dando vida aos personagens.


Saymon César - A lenda de Materyalis

Todo autor tem algo que o inspira. No meu caso, eu preciso interagir com as pessoas, acompanhar o feedback delas para me motivar. E, nisso, o RPG me ajudou muito. Por ser um jogo que preza pela criação de grupos e interpretação de personagens, isso me ajudou a criar a dinâmica que eu precisava para estar sempre escrevendo alguma coisa no universo que elaborei. Em linhas gerais, você joga RPG com um grupo, e cada um faz o seu personagem embasado na perspectiva do mundo onde a estória acontecerá. Além disso, há um sistema de regras, que ampara as ações que serão feitas durante o jogo. Jogar RPG é essencialmente reunir um grupo presencialmente em algum lugar, mas, com o avanço da internet, o RPG também ocupou diversos ambientes virtuais, como chats e fóruns. Este último meio foi, desde sempre, a forma como jogamos RPG em A Lenda de Materyalis. O fórum foi criado em 2004 e, atualmente, conta com quarenta jogadores e o mesmo número de personagens com importância singular no universo da trama. A dinâmica do RPG funciona com um narrador, que conduz a estória, e jogadores, que interpretam seus personagens de acordo com o ambiente que lhes é apresentado. Funciona da mesma forma em A Lenda de Materyalis. A diferença é que criei um método de conversão do que jogamos no fórum para escrever romances, e foi dessa forma que nasceu o primeiro livro do tema e, se tudo seguir no processo positivo em que está, teremos muitos outros. Os jogadores firmam um acordo comigo e são colocados como coautores, e são responsáveis por criar os protagonistas da trama. Além disso, é uma forma de fomentar a literatura nacional e incentivar que talentos surjam, exercitem sua criatividade e se embrenhem no mundo dos livros como escritores em potencial.


Sinopse e resenha AQUI



Manuel Batista - Nildrien, o Pergaminho

É praticamente impossível falar sobre Nildrien e logo não associá-la a um RPG. Isto se deve principalmente por Nildrien ter realmente nascido como um e o dito jogo ter tido um efeito enorme sobre a história, e porque não, para que eu viesse a me tornar um escritor.
Comecei a jogar minhas primeiras sessões, convidados por amigos de uma mesa no início dos anos 2000 e logo me impressionei com as possibilidades, quase infinitas, de narrativa e criação de personagens que o RPG oferece, independente do sistema. Você pode criar qualquer história ou personagem, que poderão ser adaptados para o jogo, ou seja, você pode ser tudo!  O primeiro RPG que joguei foi Vampiro: A Máscara e lembro de ter saído tão empolgado da primeira sessão que no dia seguinte fui comprar o livro de regras, vendido na época em uma banca comum de minha cidade. Pouco tempo depois, já tinha devorado o livro e encantado com a possibilidade de criar histórias (em minha cabeça já naquela época, livros ou filmes desenrolados em tempo real), comecei a mestrar minhas primeiras histórias apenas um mês após ter entrado para o grupo de jogo.
Meus amigos e eu nos divertimos muito naqueles tempos, mas foi quando de fato conheci a “fantasia medieval” que tudo começou realmente a mudar de vez. No caso era um sistema próprio da mesa, adaptado do famosíssimo D&D e logo passei a me aventurar e depois criar e mestrar histórias com essa temática. Foi então que após um período de histórias bem sucedidas entre os jogadores, senti que poderia ir além e criar algo de diferente, algo que ainda fosse um jogo, uma brincadeira, mas que pudesse emocionar e entreter de uma forma maior. E foi ai que nasceu Nildrien, como uma simples história de RPG em janeiro de 2005.

Foram anos de trabalho e diversão, até que com meus amigos que jogavam a história nós sempre comentávamos que a trama tinha ficado muito boa e deveria ganhar um livro, alguma adaptação para que mais e mais pessoas pudessem conhecer, o que nos fazia vibrar e passar madrugadas a dentro nos finais de semana. Foi então que me arrisquei a começar a escrever um livro sobre a história, já tinha feito textos ao longo dos anos, mas nunca nada tão sério e me vi surpreendido mais uma vez, pois finalmente encontrei aquilo que realmente amo fazer nesta vida e que ainda não tinha percebido com tamanha convicção: contar e escrever histórias e o resto, bem, o resto é literalmente história. Ou seja, através do RPG pude encontrar o meu caminho na vida e por isso serei eternamente grato a este jogo, sempre tendo o maior respeito e carinho para com ele. 

Sinopse AQUI



K. S. Broetto - Fassade  

Fassade e o RPG de mesa possuem uma intrínseca relação. Jogo RPG desde os meus 13 anos, o primeiro sistema que me mostrou este mundo mágico da interpretação e da história foi Castelo Falkenstein, desde então pude jogar os mais famosos, como Vampiro - a Máscara, Mago – a Ascenção, Lobisomem – o Apocalipse, D&D (Dungeons & Dragons) em suas várias versões: 3.0, 3.5 e recentemente a 4.0.

O primeiro sistema que tive contato, Castelo Falkenstein, foi o jogo que abriu um universo de possibilidades que até então me eram inimagináveis. Com os anos de jogo produzi diários de personagens, contos, trechos de histórias, desenhos e quadrinhos. E em meio a estes contos, nasceu Fassade, hoje, meu primeiro livro.

O RPG foi de suma importância para a construção da história e dos personagens, uma vez que nele encontramos as ferramentas necessárias para a criação de qualquer coisa! Criaturas de diversas mitologias, formas de ler atributos físicos e mentais de um personagem, cenários, entre outros. As ferramentas a disposição são inúmeras!

Ao desenvolver a história e os personagens de Fassade, a bagagem que possuía dos anos como jogadora de RPG influenciaram diretamente em seu processo. Nada do que está no livro é em vão, as armas utilizadas foram cuidadosamente escolhidas, a forma dos combates, as personalidades e as discrepâncias nelas... Tudo foi pensado nos mínimos detalhes. O RPG me proporcionou uma visão, como se em apenas uma vida, eu tivesse sido muitas outras, em lugares e épocas diferentes.

E acredito que sem esta bagagem, eu não teria tido tanta desenvoltura ao escrever uma história na Era Vitoriana com seres mágicos. Acredito que tudo que escrevi e escreverei são e serão frutos dos anos de jogo, pois apenas quem já teve esta experiência, sabe como o RPG pode ser uma ferramenta de criação (e diversão) inesgotável!

Sinopse e resenha Aqui


05 setembro 2016

Resenha: Fassade - K. S. Broetto




Resenha:
Gente eu amei demais essa história, mas sofri um bloqueio para escrever a resenha, arranquei várias folhas do meu caderninho de resenhas e não conseguia colocar no papel tudo que esse livro representou para mim, então resolvi começar falando de mim, falando de uma coisa que me encanta desde sempre, coloquei a banda Lacrimosa para tocar, sim a mesma que inspirou a Karol quando escrevia o livro, para entrar no clima e aqui vai...
Eu sempre tive um verdadeiro fascínio pelas histórias com piratas, é isso, mesmo piratas, mas Gilvana eles não são bandidos? Pois é né, vai entender a pessoa...Desde Simbad, o marujo, da Disney ao Piratas do Caribe, desde Jake e os Piratas da Terra do Nunca ao terrível Capitão Gancho e seu fiel Smith (que eu amo)...Então quando eu li esse livro me senti em meu habitat natural...Então vamos a história...

Tudo começa em Portsmouth com Johan tendo acabado de completar sua missão, pensando que teria uma tempo para ir até seu apartamento em Londres, mas jundo com o pagamento recebeu uma mensagem para que vá urgente para Brighton pois terá outra missão a cumprir em três dias. 
Johan descobre que o único jeito de chegar lá é embarcar no navio do Capitão Siegfried, o Pitata (aqui eu me apaixonei definitivamente pelo livro), pois partiria na manhã seguinte para Brighton, então vai atrás dele para conseguir embarcar no navio.


"– Meu barco já está cheio, e se quiser mesmo ir terá de matar um de nós – completou, com um sorriso desdenhoso, divertindo-se com a ideia de ver uma criança como aquela arriscar-se a enfrentá-lo. Johan deu um passo para trás, criando uma distância segura o suficiente para reagir caso fosse necessário, olhou para Siegfried e percebeu uma pistola trabalhada e uma rapieira com punho de arame, ambas presas em bainhas nos cintos grossos e pesados.
– Que assim seja. Em que lugar e com quem? – perguntou demonstrando frieza. – Ou será você meu oponente? – disse, olhando para o capitão com indiferença.

O Pirata riu enquanto tirava o chapéu, revelando toda sua cabeleira ondulada loira. – Essa ideia me diverte... Realmente... Seria interessante... "

Siegfried "era famoso em seu meio por feitos improváveis e por sua coragem inabalável, aceitava trabalhos impossíveis e sempre em busca de desafios, muitos achavam que ele era destemido, mas a maioria achava que ele era suicida"...
E Johan era...Bem aí se você quiserem saber saber, vão ter que ler...

Fassade quer dizer quer dizer Fachada em alemão, o que foi uma escolha certíssima da Karol, pois neste livro nem tudo é o que parece ser, todos se escondem por trás de uma fachada.

"Para o jovem, no entanto, era fácil reconhecê-los em sua real natureza, uma vez que havia estudado o suficiente sobre esses seres, assim, enquanto as pessoas viam alguém com deformidades ao lado de uma jovem de beleza etérea, ele via um casal formado por um anão e uma fada. Nunca vira uma sereia, mas, em suas leituras, descobrira que encontrá-las poderia significar apenas uma coisa após o deslumbramento por sua beleza e voz encantadora: a morte"

Uma história povoada de seres místicos na Era Vitoriana, com uma escritora para lá de talentosa não poderia dar em outra coisa a não ser esse livro maravilhoso, aqui encontramos  conspirações, lutas narradas com extrema competência que não era difícil imaginar os personagens executando todos os golpes, bailes 
à fantasia (outra coisa que me conquistou que eu adoro clique no link da era Vitoriana e veja mais), romance, corações partidos que tem a chance de recomeçar mas quando encontram o amor, alguém que poderá sempre estar lá para eles, não conseguem reconhecer, estão tão quebrados que não acreditam que possa ser verdade.

..."no entanto a vida lhe ensinara que as palavras eram apenas doces mentiras que existiam para prender e lhe rasgar o coração"...

Sobre os personagens secundários eu gostei muito do Allen o imediato do navio, o mais próximo de um parente que Siegfried tem, ele  fica todo tempo implicando com o pirata o que dá um toque de humor ao livro, espero que no próximo livro a gente saiba quais os segredos que ele esconde... Mas todos são muito bem construídos e quando termina o livro você fica querendo mais dos personagens.


A ambientação, cenários cenas tudo descrito de um modo que você entra no clima do livro muito fácil, você fecha os olhos e consegue imaginar tudo perfeitamente.






O Livro por dentro é um carinho só, o que faz a leitura ser super prazerosa,










O pacotinho que você recebe o livro é perfeito, o livro vem embrulhado em plástico bolha e chega em perfeito estado e ainda vem mascadores e postais, tudo muito lindo...





Enfim esse livro me conquistou detalhe por detalhe, desde ao carinho que a autora trata os leitores, a agilidade na hora da compra do livro, o pacote delicado, o livro físico e principalmente a historia, cheia de suspenses e mistérios, romance e aventuras e tudo mais que se precisa para se fazer um bom livro.


Inspirações

Uma das grandes inspirações para Fassade foi o RPG (Role-Playing Game), uma vez que os personagens principais desta história nasceram em uma aventura de Castelo Falkenstein (lançado no Brasil em 1998 pela Devir Livraria), ambientada em uma Era Vitoriana vaporpunk. Mas, a maior inspiração para Fassade nasceu no álbum, de mesmo título, da banda alemã Lacrimosa. Suas músicas deram o tom necessário para a criação de cada novo capítulo.




Sinopse
Em um mundo de aparências, entre mentiras veladas e segredos obscuros, descubra na Inglaterra, da Era Vitoriana, um mundo oculto que poucos conhecem.
Johan Wells é um mercenário misterioso. Siegfried, o Pirata, um aventureiro destemido. Um encontro inesperado unirá os dois em uma jornada de perigo, coincidências e revelações. Em meio a assassinatos, duelos e um baile à fantasia, eles irão se ver enredados às suas escolhas e sentimentos.
Que segredos existem neste baú chamado Fassade?
Você embarcaria nesta viagem rumo ao desconhecido?


Gostou? Leia o primeiro capítulo aqui


Não se esqueça de clicar nos links para saber mais sobre a história...


25 agosto 2016

Fassade - K. S. Broeto


Olha que pacotinho lindo chegou hoje para mim....
Obrigado K. S. Broetto pelo carinho em sua dedicatória e pelos mimos que vieram com o livro, Fassade é incrível e vai ter um lugar especial em minha estante e com o lugar do segundo livro já reservado. Em breve vai ter a resenha deste livro aqui no blog.
Saiba mais sobre o livro ou como adquirir no site da autora. 

Sinopse: 
Em um mundo de aparências, entre mentiras veladas e segredos obscuros, descubra na Inglaterra, da Era Vitoriana, um mundo oculto que poucos conhecem.
Johan Wells é um mercenário misterioso. Siegfried, o Pirata, um aventureiro destemido. Um encontro inesperado unirá os dois em uma jornada de perigo, coincidências e revelações. Em meio a assassinatos, duelos e um baile à fantasia, eles irão se ver enredados às suas escolhas e sentimentos.
Que segredos existem neste baú chamado Fassade?

Gostou? Quer ler o primeiro capítulo? Então clique aqui.

14 agosto 2016

Divulgação: Fassade - K.S. Broetto

Já dei uma olhadinha nesse livro @fassadelivro e vi que ele é incrível quase não consigo parar de ler, só parei mesmo por que tenho outro para terminar...Mas assim que terminar volto correndo para ele e vou fazer a resenha dele aqui..💙 Sinopse: Em um mundo de aparências, entre mentiras veladas e segredos obscuros, descubra na Inglaterra, da Era Vitoriana, um mundo oculto que poucos conhecem.
Johan Wells é um mercenário misterioso. Siegfried, o Pirata, um aventureiro destemido. Um encontro inesperado unirá os dois em uma jornada de perigo, coincidências e revelações. Em meio a assassinatos, duelos e um baile à fantasia, eles irão se ver enredados às suas escolhas e sentimentos.
Que segredos existem neste baú chamado Fassade?